
Friday pic
maio 10th, 2013 § 0 comments § permalink
Alguns nuovitos felicitando o primeiro ano da chefe como mamãe.




50 anos de Mônica
janeiro 11th, 2013 § 0 comments § permalink
A Mônica completa 50 anos este ano. Para comemorar o aniversário da mocinha, seu criador Maurício de Souza lançou esta semana um vídeo mostrando a evolução da personagem e aguçando a curiosidade para a nova animação que será parte da grade do Cartoon Network… a Mônica Toy.
Inspiração pré fim do mundo
dezembro 20th, 2012 § 0 comments § permalink
Rafael Silveira é paranaense e atualmente mora em Curitiba. Seu processo criativo é desenvolvido sobre uma constante pesquisa de imagens aliada à imaginação do artista que, na maioria dos casos, completa a obra. Um de seus diferenciais é a escultura das molduras, que complementam os quadros com tipologias e ornamentos entalhados. Silveira começou no final dos anos 80, ainda criança, e já apresentou quadrinhos em fanzines e revistas independentes de todo o Brasil, chegando a publicar um HQ pela editora americana Dark Horse. Desde 2004 faz pintura a óleo figurativa. Suas pinturas já passaram por galerias dos principais centros brasileiros e também nos EUA.
Seu trabalho é marcado também pelo surrealismo – ele costuma deformar as perspectivas, mudar cores e formas – e os comix das décadas de 50 e 60. “Há ainda uma certa elegância e inocência nessas imagens”. É possível enxergar uma conexão com o rock, o jazz, pinups e anúncios publicitários antigos. No final de 2007, um livro compilando o melhor de seus trabalhos foi lançado pela editora Arte e Letra: “Mulheres, Chapéus Voadores e Outras Coisas Legais”. Em 2008 assinou a série de pinturas que ilustra o álbum do grupo Skank, “Estandarte”, e lançou o seu segundo livro: “Pop Surreal”, também pela Arte e Letra.



O mundo ideal do Facebook
dezembro 11th, 2012 § 0 comments § permalink
“Queria morar no Facebook. Todo mundo aqui é do bem, ama os animais, odeia os falsos, é amigo, odeia corrupção, é revolucionário, é fiel, prefere namorar ao sair, só tem momentos felizes e gosta das pessoas pelo caráter e inteligência, não pela beleza e valores materiais. Não entendo porque o mundo ainda é uma m….. com tanta gente boa assim”. Essa frase ficou pendurada, no último mês, no mural de vários usuários da maior rede social do mundo — quase 1 bilhão de adeptos pelo mundo — e gerou uma discussão sobre a forma como essa ferramenta tem sido utilizada.
Especialistas explicam que esse “mundo virtual perfeito” nasce de comportamentos humanos que já existem, entretanto, são amplificados com o advento da internet e das redes sociais. Uma das características mais fortes presentes no Facebook, é o narcisismo.
Segundo a psicoterapeuta Adriana Chaves Borges, no senso comum, o narcisista é aquele que se ama muito, mas na realidade o conceito é o contrário. “É o que tem baixa autoestima, fica muito carente de atenção e quer que o outro lhe confira qualidades que ele mesmo não vê nele”, diz. Um dos exemplos, é a aceitação de convites de amizade de pessoas desconhecidas. “Serve para mostrar que é bem aceito, que é popular. Isso faz parte da composição do personagem. Ele constrói, de forma inconsciente, um falso eu.”
Segundo Gustavo Ramos, diretor da Brand New Day, empresa de consultoria de comunicação sediada em Campinas, a maioria dos usuários publica mensagens que não são polêmicas e que terão grande aceitação. “Ninguém é a favor de nada que seja ruim. Por isso as pessoas sempre colocam coisas boas. Elas querem formar uma imagem social e digital de alguém super bem sucedido em todos os campos”, diz.
Mas, por que a maioria não publica nada que possa manchar essa imagem? De acordo com Ramos, existe o medo de ser visto, nesses casos, como alguém “fracassado” . “O receio de postar algo que não seja 100% aceito gera o medo de ser percebido como um frustrado. A maioria deixa a parte ‘catastrófica’ para si ou para amigos mais próximos”, afirma.
Do ponto de vista de Adriana, pode-se dizer que o perfil virtual é um marketing de si mesmo, comparado ao que fazem os políticos em campanha. “Mas elas não têm noção de que tipo de marketing estão fazendo. Às vezes é uma antipropaganda. Uma publicação sobre algo que muitos amigos curtem aumenta de uma maneira falsa o ego da pessoa. Elas ficam felizes com isso”, conta. De acordo com ela, os grandes problemas do ser humano são solidão, insegurança, medo diante da vida e das dificuldades e de não ser aceito e amado. “Por isso, as pessoas se tornam falsas moralistas e ativistas sociais. Na busca de reconhecimento. É uma forma de contrapor a própria baixa auto-estima que é o cerne do narcisismo”, diz.
Pesquisas mostram que são três os principais grupos: os falantes, os voyers e os chatos. “No primeiro, as pessoas postam e compartilham muita coisa. No segundo, são pessoas que só observam e consomem informação, no máximo ‘curtem’ alguma coisa. No último, são pessoas que não produzem nada de conteúdo, mas opinam em tudo e geram até polêmica em alguns casos”, explica.
O professor do Instituto de Computação (IC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Rodolfo Jardim de Azevedo lembra que o Facebook é apenas uma ferramenta. “Não há uma forma correta de usar. Não é como um carro, onde existem as leis de trânsito. Ela pode ser usada para coisas boas ou para coisas ruins. A intenção é a mesma, mas on-line, o alcance é muito maior e mais rápido”, explica.
Genérico encontrado
novembro 6th, 2012 § 0 comments § permalink
O genérico era a banda Rend Collective Experiment.
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